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🚨 Esse post contém spoilers do episódio final da série, caso não tenha assistido, não recomendamos ler a matéria abaixo



Terminar uma série depois de oito temporadas é um privilégio e uma tarefa gigantesca, mas é o que Nkechi Okoro Carroll e a equipe criativa da All American foram convidados a fazer este ano, depois de quase uma década no ar. Uma das primeiras ligações que Carroll fez depois de ser informada de que a série teria uma temporada final para encerrar as histórias foi para Daniel Ezra (Spencer James). O ator deixou a série como personagem regular no final da 6a temporada, mas retornou em temporadas posteriores como diretor e ator convidado. Carroll queria que ele fizesse isso uma última vez na exibição final do programa. Ela também ligou para Taye Diggs (Billy Baker).


“Foi uma honra,” Ezra contou ao TV Insider sobre o pedido de Carroll para que ele dirigisse e estrelasse o final da série All American. “NK me ligou e me perguntou. Ela disse: ‘Não consigo pensar em mais ninguém que eu gostaria de fazer isso.’ Isso me deixou muito emocionado e imediatamente assustado. Emocionalmente, eu pensei, ‘Oh, cara, esse episódio tem que ser bom agora porque é o último. É aquela que todos vão lembrar.’ Implorei a ela pelo roteiro. ‘Me dê o roteiro o mais rápido possível, para que eu possa começar a descobrir isso.’ Ela queria fazer as malas com bastante coisa e tornar tudo mais legal. Ela me contou seu plano para a temporada, e eu sabia que tinha muito trabalho pela frente, mas estava animado.”


O elenco também ficou feliz em ter Ezra no comando do episódio final, já que todos se despediram desses personagens. “Foi muito significativo para nós porque ele é o coração da série”, disse Michael Evans Behling. “Ele é alguém que, como diretor, se tornou muito confortável e nos faz sentir muito confortáveis. Eu sei que quando recebo uma nota ou orientação dele, esse é meu irmão por oito anos. Sinto-me muito sortudo por ele ter voltado não apenas para a jornada de Spencer, mas também para ajudar a trazer o navio para casa.”



O final mostrou ao público onde Spencer esteve enquanto Liv (Samantha Logan) foi levada às pressas para o hospital em trabalho de parto prematuro com seus bebês gêmeos. O alerta de notícias locais de Coop (Bre-Z) de que Spencer precisava ligar para casa finalmente chegou até ele durante suas negociações ultraprivadas para ser negociado de Nova York para Los Angeles para que ele e Liv pudessem criar sua família onde cresceram. Seu telefone foi devolvido para que ele pudesse correr para o hospital e estar lá para o nascimento de seus filhos.



Quando os gêmeos chegaram em segurança, a série avançou seis anos para mostrar como os personagens originais e o vórtice da nova geração realizaram seus sonhos, e terminou onde começou — em um campo de futebol americano de uma escola. Spencer e Jordan sentaram-se sozinhos na linha de 50 jardas e discutiram o que o jogo lhes trouxe e como isso moldou os homens que se tornaram. É uma cena simples comparada à ação futebolística que o All American montou ao longo dos anos, mas havia dúvidas de que chegaria à final, começando pela mesa de leitura.


“Daniel e eu estávamos sentados um em frente ao outro, e provavelmente houve 25 segundos de silêncio porque eu não conseguia pronunciar as palavras fisicamente porque estava chorando em silêncio,” Behling confessou. “As pessoas diziam: ‘Ainda estamos fazendo isso?’ Achei que era o pior de tudo e que eu entraria em campo, expressaria as emoções e seria ótimo. Eu estava incrivelmente errado. Embora tenhamos terminado completamente alguns dias depois, sabendo que aquele seria o último botão da série, houve lágrimas em cada tomada.”


As emoções ainda estavam cruas e superficiais porque Ezra não queria ensaiar a cena com antecedência, então ainda havia muito o que sair dos atores quando eles realmente chegassem ao campo [para filmar a cena final].


“Abaixamos as câmeras e filmamos porque não era algo que eu estivesse interessado em dirigir. O que vou dizer ao Mike depois destes anos todos? Que direção vou dar a ele? Vamos apenas ligar as câmeras e ir,” explicou Ezra. “Acabou sendo uma das cenas mais simples e fáceis de filmar. Provavelmente foi a cena em que menos fiz como diretor. Éramos só eu e o Mike. Eram Spencer e Jordan depois de oito anos com tudo. Era resistente, bonito, pesado e tudo mais. Eu poderia ter feito isso para sempre. Eu poderia ter dito: ‘Vamos fazer isso de novo,’ não porque quiséssemos melhorar, mas só porque eu queria viver aquele momento um pouco mais.”


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A conversa revela o quanto os personagens evoluíram ao longo de oito temporadas. Behling estava muito orgulhoso de Jordan se tornar um líder e alguém em quem sua família pode confiar, enquanto Ezra percebeu que a jornada de Spencer não estava completa até que ele se tornasse pai.


“Muito de quem ele era foi definido pelos pais de sua vida, Corey e Billy. Vê-lo ficar com a garota é uma coisa. Vê-lo casado e ganhar o Super Bowl, e vê-lo fazer todas aquelas coisas maravilhosas, achei que estava completo. Agora, depois de assistir a esse episódio, pensei: ‘Não, precisávamos vê-lo se tornar pai. Agora está completo. Eu estava errado.’ Preenchemos todas as suas lacunas”, disse o diretor-ator.


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As lágrimas vieram quando Jordan confessou a Spencer que gostaria que Billy estivesse lá para ver o que eles fizeram de si mesmos. O público mal sabia que Carroll fez mais uma ligação depois que Ezra se comprometeu a dirigir o final.


“Deus abençoe Taye Diggs [Billy Baker], porque também liguei para ele assim que conseguimos a aquisição da 8a temporada. Eu fiquei tipo, ‘Então, eu tenho essa ideia. O orçamento é apertado, mas podemos tentar fazer funcionar.’ Não terminei de lhe contar a história antes que ele dissesse sim”, revelou Carroll.


Diggs saiu da série na 5a temporada depois que seu personagem Billy Baker morreu em um acidente de ônibus. Nos momentos finais do All American, Spencer e Jordan saíram do campo juntos para retornar para casa, para suas respectivas famílias. A câmera girou em torno de suas formas recuadas para mostrar Billy parado perto da trave, observando seus filhos biológicos e substitutos com um sorriso orgulhoso do além.



Por mais emocionante que tenha sido ver Billy no final da série, ter Diggs no set para o episódio final foi um bálsamo bem-vindo para o elenco e a equipe que lamentam o fim de sua jornada juntos. “Sempre que Taye está no set, é uma festa,” Behling atestou. “Ele apenas traz leveza ao set.”


“Você não pode ficar emocionado perto de Taye porque ele transformará tudo em uma piada,” acrescentou Ezra. “Ele era a pessoa perfeita para ter naquele set porque todos estavam pesados e emotivos. Todos estavam chorando, e então Taye entra e começa a zombar de todos. Foi lindo porque esse foi Taye durante toda a série.”


A série não poderia ter dito adeus sem ele, de acordo com os poderes constituídos.


"Não há versão do final da série que parecesse certa sem Billy Baker, mesmo postumamente”, declarou Carroll. “Como muitos de nós que perdemos pais podemos atestar, eles nunca realmente nos abandonam. Um pouco desse sentimento é saber que eles estão lá com asas de anjo, constantemente olhando para sua vida. Era importante para nós mostrar que Billy estava sempre lá com eles.”


Para Ezra, ter aquele momento final foi a maneira perfeita de encerrar a série que deu início à sua carreira. “É simplesmente o gancho de livros perfeito”, ele disse. “Eu realmente pensei que terminamos da melhor maneira. Ter Taye lá levou isso a outro nível."


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A série dramática, produzida pela Warner Bros. Television, encerrou sua temporada de oito temporadas na CW na segunda-feira com um episódio emocionante e comovente dirigido pelo próprio Spencer James, Daniel Ezra.


Após oito anos lutando por seus sonhos, o episódio final de All American dá espaço para que esses personagens finalmente os realizem plenamente.


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Na entrevista abaixo, Ezra conversou com a Deadline sobre dirigir o episódio final de uma série que ele credita por ter mudado completamente sua vida e levado Spencer James com ele para onde quer que ele vá a seguir.


DEADLINE: O final é extremamente emocionante. Isso realmente me fez chorar.


DANIEL EZRA: Foi uma experiência estranha. Foi uma experiência incrível, mas estranha, porque saí na sexta temporada e depois voltei algumas vezes. Não sei. Na minha cabeça, quando eu saía, ela sempre estava lá. Mas essa foi a primeira vez que todos nos despedimos. Então sim, muito emocional.


DEADLINE: Lembro quando você começou a dirigir em All American e NK (criadora) realmente trabalharam para encontrar um episódio no qual Spencer não precisasse muito para que você pudesse dar certo. Sei que o 100º foi muito focado no Spencer, mas esse também. Como você sente que cresceu como diretor para conciliar isso?


EZRA: Foi um dos maiores episódios dele, e fico feliz que isso tenha vindo depois. Nos primeiros episódios que dirigi, tivemos um pouco mais de sucesso em encontrar episódios nos quais eu estivesse pelo menos presente. NK foi muito realista. Ela disse: 'Provavelmente nunca vai ter um episódio em que você não apareça, ou pelo menos não uma parte significativa, mas com certeza podemos encontrar um que apareça menos.' Acho que os dois primeiros foram isso. Nosso 100º episódio não foi isso, e tivemos que aceitar isso. Mas isso sempre fez sentido. Do jeito que a NK me apresentou, ela realmente me deu uma escolha, e esse foi o único episódio que senti vontade de fazer. Senti que esse era o que achava certo fazer, então fico feliz que tenha vindo depois. Naquela época, eu já tinha dirigido uma boa parte dos episódios. Dirigi meu próprio curta-metragem. Eu tinha um pouco mais de experiência, então me sentia muito mais seguro de mim mesmo e mais confiante, acho, no que eu conseguia fazer e na velocidade que você quer alcançar, e todas essas coisas que me fizeram sentir um pouco mais à vontade com as demandas do jogo.


DEADLINE: Você passou tantos anos interpretando esse personagem trabalhando por um sonho, e mesmo no final da sexta temporada o sonho está apenas agora se realizando. Como foi conseguir que aqueles flashforwards no final do final realmente vivessem a versão desse personagem que realmente realizou tudo o que sonhava?


EZRA: Foi estranho. Essa cena, você está falando daquela comigo e do Mike (Jordan), né?


DEADLINE: Isso, e antes disso, quando ele está conversando com Nate (KJ) sobre se aposentar. Os gêmeos crescendo. Tudo.


EZRA: Fiquei muito grato porque, mesmo tendo me afastado, ainda tive a chance de voltar e filmar aquelas cenas. Essa cena com o Mike (Jordan) — lembro que na leitura, não conseguimos terminar, eu e o Mike não conseguimos. Estávamos só chorando durante a leitura. Não conseguimos passar por isso. Quando chegamos ao set e para filmar, quase tivemos que permitir um tempo extra, porque sabíamos que seria difícil para mim e para o Mike. Só a forma como estava escrito, as coisas que dizíamos e conversávamos, era Spencer e Jordan conversando um com o outro e também um pouco de Mike e Daniel conversando.


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Como ator, fiquei super grato por termos tido esse momento, porque não tivemos isso antes de eu sair. Foi uma sorte de sorte da parte da NK escrever um momento assim, porque você poderia ter terminado antes disso. Teve cerca de três momentos naquele episódio em que você poderia ter terminado, e teria sido ótimo. Você poderia ter acabado depois que ele correu pelo túnel. Foi um final lindo. Antes disso, [tinha] com os bebês nascendo. Tem alguns finais quase falsos no episódio que poderiam ter funcionado, mas esse parecia que o tornava perfeito. Achei que, quando saí da 6ª temporada, minha história estava completa. Eu não percebi que era isso até chegamos nessas cenas.


DEADLINE: Você também teve a maior parte do elenco original na tela novamente, além do novo elenco. Aquela cena no quarto do hospital está bem lotada. Como você lidou com isso?


EZRA: Meu trabalho era não pensar que seria um final de forma alguma, porque quando você entra nisso, todo mundo vai ficar emocionado. Todo mundo vai começar a relembrar. Todo mundo vai começar a falar e chorar. Por mais que você queira permitir isso, não pode realmente permitir isso durante as filmagens. Eu e o diretor Steve tivemos que ser muito deliberadamente, não maldosos, mas um pouco como 'Não temos tempo para isso.' Sabe o que quero dizer?


Tudo isso vai acontecer. Sabíamos que ia ter uma festa. Sabíamos que haveria um grande momento de celebração no final. Sabíamos que tudo isso viria, mas simplesmente não há espaço para isso quando você está filmando, porque ainda é preciso conseguir essas cenas. Estamos fazendo isso há oito anos, então eles sabem como essas coisas funcionam. Eles sabem que nunca temos tempo suficiente, então você continua fazendo.


DEADLINE: Então, quando você realmente acha que isso era o fim?


EZRA: Fui eu quem pôde dizer: 'Encerramos All American.' Terminamos com uma cena perfeita. Na verdade, foi uma das últimas cenas, em que todo mundo vai ver o Spencer jogar seu último jogo, então eu não estava nessa cena. Eu já tinha mudado, e tinha filmado minha última cena como Spencer, mas deliberadamente não fiz alarde para minha última cena. A gente meio que fez e seguimos em frente, e aí era Mike (Jordan), Sam (Olivia), Osy (Cassius) e Angel (Ava) na última cena, mas todo mundo ficou. Todos os atores ficaram. Um monte do elenco que nem estava trabalhando naquele dia apareceu, e você começava a sentir todo mundo se reunindo e esperando por isso. Então eu sabia que pensava: 'Ok, vou ter que falar uma coisa.' E então terminou. Conferi com a NK. Eu disse: 'Você está feliz? Estou feliz.' E ela disse que já tinha até ido embora. Ela apenas assentiu entre lágrimas. E eu disse para o Steve: 'Então vamos chamar todo mundo para entrar.' Só de ver aquela sala tão cheia de pessoas que não precisavam estar ali, que todas escolheram estar ali... lotamos a casa dos Baker. Eu abracei o Osy (Cassius). Eu abracei a Angel (Ava). Eu abracei a Sam (Olivia) e o Mike (Jordan). Também NK e Jamie como showrunners, e só ficou cada vez mais difícil.


Então, finalmente eu disse: 'Encerramos All American.' Acho que foi nesse momento. Lembro que depois disso, demorou uma eternidade para levar todo mundo para o set. Ninguém queria ir embora. Todo mundo estava se abraçando e chorando, e então provavelmente levou uma hora até esvaziarmos aquele local. Foi muito engraçado, porque ninguém só queria ir embora. Acho que a NK foi a última a sair, o que pareceu certo. Ela queria um momento para si. Então provavelmente foi aquele momento em que chegou a hora de encerrar todo mundo e dizer 'Encerrou', o que foi uma grande honra para mim.


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DEADLINE: Minha última pergunta para você: Como você vai levar Spencer e essa experiência com você pelo resto da sua carreira?


EZRA: Spencer, ele vai sempre, sempre, sempre estar comigo. Tem alguns personagens que, sabe, é um tempo. Isso é um trabalho. No fim das contas, tem alguns personagens que você gosta por um momento, e depois meio que segue em frente. Tem alguns personagens que acho que vão ficar com você para sempre. Talvez menos de alguns. Talvez dois ou três. Mas Spencer está definitivamente no topo daquela pirâmide. Sou uma pessoa tão diferente de quando comecei isso até agora. Cada aspecto da minha vida mudou, e gosto de pensar que interpretá-lo alimentou isso de uma forma muito, realmente profunda e significativa. Foi uma verdadeira honra. Isso mudou minha vida em todos os sentidos. Acho que a ideia de estar presente para o seu povo, a ideia de mostrar as pessoas que você ama e as pessoas de quem você gosta, perseguir sonhos, todas essas coisas — acho que ele realmente reforçou muitas dessas lições, e ele foi simplesmente muito divertido. Ele é um personagem tão divertido, real e multidimensional de interpretar. Então sim, ele vai ficar comigo para sempre


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Entrevista original: Deadline

Traduzido e interpretado para clareza: Hood Dream.

 
 
 
10 de ago.
5 min de leitura

Análise do episódio 5: 'A Verdade' da Temporada 8 de 'All American'



Ainda é quarta-feira e estamos prontos para o jantar que Coop quer organizar para que seus amigos possam conhecer e aceitar melhor sua namorada, Brianna.

Confesso que quando a futura estagiária disse que estaria convidando Preach, Amina, Layla e Jordan para esse encontro juntos, já imaginava que a verdade viria a tona. Mas isso foi um pouquinho a mais e entregou tudo.


Ainda com os flashbacks trazendo as consequências de tudo que aconteceu desde o primeiro episódio desta temporada, logo percebemos que Tori tenta falar com KJ após estar decepcionada com ele - ali já estava claro que a garota poderia ter descoberto sobre o que aconteceu em Dinsberg, mas ele rejeita porque é o dia da Exibição, e ali não era hora, uma vez que ele diz ter tentado por diversas vezes conversar com ela.


Com tanta coisa acontecendo, Khalil e o drama com sua mãe ocupou um pequeno espaço na história, mas o suficiente para saber como ainda há muito ressentimento e mágoa nessa relação que Marki, está tentando resolver.


E Jordan finalmente voltou à cena após o completo sumiço no episódio anterior em meio à oferta de técnico principal da Beverly, que segue trazendo um atrito entre ele e Cassius, O evento que eles organizaram é o único elo fino entre eles que o permitem permanecer aliados ao propósito, ao ponto de Jordan convidar Cassius e KJ até sua casa para conversarem de cabeça fria antes de grandes movimentos que podem mudar o rumo deles na história.



Mas para a surpresa dele, há mais uma peça na jogada: Cliff Mosley, um dos patrocinadores que mais perseguiram Billy Baker, agora está no jogo com mais um movimento de Cassius para permanecer no emprego, mesmo desconfiando um pouco sobre quais as intenções dele.


Jordan descobriu isso ao receber um 'tapinha' nas costas e se mostrar bastante preocupado com o algoz de volta aos corredores da Beverly.


A noite cai sobre Los Angeles, e Jordan continua pensando como Cliff sempre quis derrubar os Bakers, mas o foco naquela noite era o jantar,


Layla e Jordan enxergam Brianna como alguém 'madura demais' para eles, e que ela se coloca numa posição de que não gosta deles, porque ela é 'chique' demais e só agora estamos descobrindo que Brianna têm recursos para tirar um dia para viajar no meio da semana e que é cercada de advogados ricos, pelo menos é assim que eles pensam. Isso é confirmado quando ela chega com alguma comida chique demais para eles e que o prato 'delivery' foi feito especialmente pra ela após seu escritório ter realizado algum acordo jurídico à favor deles, deixando Jordan e Layla sarcásticos sobre estarem certo.


Então Preach e Amina chegam para o jantar, e logo de cara, se desconfia que há algo errado com Dinsberg, porque Brianna revela que tinha amigos lá e que era sempre intenso a rotina de estudos e que nunca houve uma semana sem atividades, o que foi o fator principal para gerar desconfiança em todos e um reação curta e grossa de Amina durante todo o jantar.


Com a mesa cheia, o jantar está servido e o que se sucede é um caos.


Não é preciso falar sobre tudo que foi dito à mesa, mas alguns pontos chamam atenção: como Amina rebatendo tudo que Brianna diz e como tudo foi exposto, até mesmo a oferta de emprego que Jordan pretendia contar, foi antecipado pelo Preach, o que Coop acabou confrontando o que ninguém havia dito para a ele:


Onde fica a Layla nessa história?


Mas o assunto é cortado e imediatamente trocado quando Cassius e KJ chegam.


Outra coisa que chama atenção e pode gerar questionamentos é quando Brianna diz que Coop gostava dessas comidas - que já foi dito que é chique demais - quando criança, mas ela imediatamente troca o assunto. Estaria Coop mentindo ser quem não é para Brianna?


E quem está sempre em todo lugar marcando presença é Tori, última pessoa que faltava para que as coisas começassem a explodir.


Preach descobre a verdade sobre Amina e Tori descobre a verdade sobre Dinsberg.


Tudo explicíto, nada há esconder.


Claro que são jovens, cheio de emoções à flor da pele, não pensam direito, há muitos medos e hormônios misturados, mas com um pouquinho só de maturidade, Amina conseguiria defender o seu artigo contando ao Preach e até ter pedido ajuda dele, afinal, ela não fez nada de errado, realmente ela estava defendendo uma causa e certamente Preach entenderia e até iria tirar satisfação na escola, mas de novo, são jovens, estão sempre escondendo as coisas dos pais e guardando-os em suas cabeças imaturas até que isso exploda como aconteceu.


Por um momento, foi mais drama do que o necessário, porém, faz parte do show.


Tanto que KJ chega a falar para Tori após a garota expor os dois na frente de todos, que ali era uma emergência e que a emergência era que Amina não tinha um par para o baile que ela organizou. Parecia piada né? Todo mundo foi tipo 'Meu Deus, que bizarro', e era, mas de novo, são jovens ainda em sua grande parte.


E quando eles ainda estão irritados, não pensam nas consequências do que falam.


Jordan teve a infeliz ideia de pedirem para relaxarem e tentar apaziguar as coisas, mas KJ expôs o técnico para o Khalil sobre a oferta da Beverly, o que gerou mais brigas e questionamentos para todos os cômodos da casa.


Com um pouco mais de espaço, cada problema foi solucionado de uma maneira, Cassius optou por ir embora junto ao KJ ressaltando que Cliff está no jogo porque London é uma peça a favor de Jordan, Khalil também deixou a mansão tentando entender o impacto na relação em campo de não ter mais Jordan como técnico, o que fez sentido, e Brianna disse à Amina que não queria ter se metido na confusão de Amina e Preach, mas o fez porque Coop pediu e que precisava ser sincera sobre isso, e ela entendeu.


Mas o arco principal se voltou quando Amina foi falar com Preach.


Ela insistentemente pediu para que ele pelo menor ler o artigo que ele iria entender - se isso fosse antes, como ele diz posteriormente, as coisas iriam por outro caminho - mas ele conta que não é mais sobre o artigo, é sobre mentir para ele, sobre não ter se abrido com ele quando poderia, e ela diz que tentou incontáveis vezes falar com ele e isso é verdade, ora por falta de coragem, ora porque ele estava em outro compromisso, Amina tentou achar meios de falar com ele, mas ainda assim não conseguiu.


Então sai Amina, entra Coop.


A parte boa de ter uma família, é que quando você erra, eles te perdoam.


Ninguém ganha quando a família briga.


Preach então leu o artigo e ficou orgulhoso do que ela escreveu e cria-se um espaço de compreensão para que pudesse finalmente contar o que aconteceu e poder oferecer ajuda como puder.


E por fim, vemos Tori contar umas boas verdades ao KJ. Ele está querendo enganar ela e ele mesmo por não validar os sentimentos claros que têm pela Amina.


E Cassius termina a noite, fazendo mais um movimento para tirar London e Jordan da jogada, mesmo sabendo que Cliff Mosley é um rato, ou seja, traiçoeiro.




Tudo que construiu desde o primeiro episódio foi contornado para esse dia e 'All American' conseguiu entregar dramas até demais até o tal dia do Showcase.


Foi uma longa quarta-feira lembrada por alguns falas de Layla e Tori quando mencionam conversas mais cedo que tiveram com Coop e Khalil, respectivamente.


Depois de quarta-feira, vem a quinta-feira. Com todos os dramas expostos, as consequências vão chegar nos próximos episódios que devem perdurar até a metade da temporada final, para só então, termos as definições de futuro focado no futebol.


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Nota: 9/10


E você, o que achou, comente abaixo.



 
 
 
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